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Julgamento de chacina em Jaboatão dos Guararapes terminou nesta quarta-feira (13/6)

O julgamento de seis homens acusados da autoria do homicídio de quatro pessoas ocorrido em 29 de março de 2008, no interior de uma residência em Jaboatão dos Guararapes, terminou às 4h desta quarta-feira (13/6), na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Jaboatão dos Guararapes. Presidido pela juíza Inês Maria de Albuquerque Alves, a sessão teve início na manhã da terça (12/6).

Cinco réus foram condenados por homicídio qualificado (por motivo torpe e com emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima), por quatro vezes, combinado com associação criminosa armada. Rogério João Teixeira foi condenado a 118 anos e três meses de reclusão; Edilson Cosmo dos Santos da Silva a 100 anos e quatro meses de reclusão; Eduardo Cosmo da Silva foi condenado a 92 anos e quatro meses de reclusão; Joseph Ferreira de Souza a 97 anos de reclusão; e Alexandre Fidelis dos Prazeres a 92 anos e quatro meses de reclusão. Eles recorreram da sentença em Plenário. Já Jasson José dos Santos foi absolvido pelo Conselho de Sentença.

De acordo com a pronúncia do processo, Rogério João Teixeira, vulgo Piranha; Edilson Cosmo dos Santos, o Binho; Eduardo Cosmo da Silva, o Dudinha; Joseph Ferreira de Souza, conhecido por Binho Soldado do Exército ou Cabo Doido; Alexandre Fidelis dos Prazeres, o Xandinho; e Jasson José dos Santos, o Galego, foram julgados pela suposta prática de homicídio qualificado – por motivo torpe e com emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima – e associação criminosa armada, contra Dayvson Diego de Freitas, Valquírio Ângelo da Silva, Zilton Silva Barros e Paulo Roberto de Barros Martins, numa residência na Travessa São Lucas, bairro do Curado I, em Jaboatão.

Todo o período de instrução para o julgamento se deu, principalmente, em razão da complexidade da causa, da dificuldade de encontrar testemunhas e da quantidade de acusados. Ao longo dos anos, três adiamentos da sessão plenária ocorreram, um deles em razão de pleito do Ministério Público e outros dois provocados pela Defesa.

Para mais informações:

NPU- 0003373-11.2008.8.17.0810
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Texto: Ivone Veloso – Francisco Shimada  |  Ascom TJPE