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Preservação de documentos digitais foi tema de I Fórum de Preservação Digital

Evento foi realizado no auditório do Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano

Discutir como os métodos de gerenciamento eletrônico podem ser utilizados na preservação de documentos digitais foi o objetivo do I Fórum de Preservação Digital. Promovido pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), através do Memorial da Justiça e da Escola Judicial (Esmape), o evento reuniu servidores e o público externo, que compareceram ao auditório do Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, em 6 de abril. 

Integrantes do Grupo de Pesquisa Gestão Eletrônica de Documentos Arquivísticos (CNPq-UFSM Ged/A) foram os responsáveis pelas palestras. Na parte de manhã, o palestrante foi Daniel Flores, com o tema “Os sistemas de gerenciamento eletrônico e a preservação digital”; Já à tarde, “RDC-Arq como ambiente de preservação e acesso de documentos e informações” foi o assunto da exposição de Sérgio Rodrigues. 

“Desde 2011, realizamos esse trabalho de divulgação nas instituições. A importância é porque o documento digital pode se perder em segundos, enquanto o documento analógico, em papel, pode ser guardado e ainda se terá acesso. O documento digital, caso não tiver controle, as informações podem ser acessadas indevidamente e excluídas.  Manter esses documentos arquivados de forma correta mantém a autenticidade e a integridade e evita-se problemas futuros”, disse o palestrante Sérgio Rodrigues. 

Também participaram do evento: o secretário adjunto de Tecnologia da Informação e Comunicação do TJPE, Maurício Brainer Júnior; a juíza assessora da Esmape, Sônia Stanford; e o gerente da Setic, Marcelo Ferreira de Lima. O Fórum foi realizado em parceria com o Instituto Federal de Pernambuco (IFPE). 

“O grupo de pesquisa que os palestrantes integram tem o objetivo de fazer a disseminação sobre preservação digital, e são especialistas no assunto. Esse projeto que estamos realizando foi para capacitar os servidores das instituições parceiras. Precisávamos conhecer os instrumentos e saber como a preservação digital pode ser realizada aqui no TJPE”, disse a chefe do Memorial da Justiça de Pernambuco, a historiadora Mônica Pádua.

Preservação – O Memorial Digital | TJPE, projeto de pesquisa para preservação e difusão do patrimônio histórico documental do Memorial da Justiça, foi disponibilizado pelo TJPE, em janeiro de 2018. Estão disponíveis, por meio de inventário online, 500 processos judiciais criminais do período imperial brasileiro, entre os anos de 1822 e 1889.
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Texto: Marília Ferreira | Ascom TJPE
Fotos: Assis Lima | Ascom TJPE