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Representes da Presidência, da Corregedoria, da Esmape e da Amepe discutem práticas de gestão com magistrados

O evento reuniu magistrados de mais de 20 comarcas em Gravatá, na última quinta-feira (15/6)

Gravatá, no Agreste pernambucano, recebeu a quinta edição do projeto Encontros Regionais. Realizado na última quinta-feira (15/6), no Fórum Desembargador Pedro Ribeiro Malta, o evento reuniu magistrados de mais de 20 comarcas; assessores e secretários de setores administrativos do Judiciário estadual; membros Associação dos Magistrados do Estado de Pernambuco (Amepe), além do presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Leopoldo Raposo, do corregedor geral da Justiça, desembargador Antonio de Melo e Lima, e do diretor-geral da Esmape – Escola Judicial do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Eurico de Barros.

O projeto Encontros Regionais tem o objetivo de estabelecer diálogo entre a Administração do TJPE e as comarcas de Pernambuco. Até o momento, as reuniões foram realizadas nas cidades de Caruaru, Petrolina, Serra Talhada, Garanhuns e Gravatá, contando com a presença de mais de 100 magistrados. Entre os assuntos abordados nesta edição do evento, práticas administrativas; cursos de formação técnica para magistrados e servidores; alienação de bens e leilão judicial; andamento de processos de réus presos ou conclusos para sentença; férias e vencimentos; e metas do Conselho Nacional de Justiça.

Segundo o corregedor geral da Justiça, desembargador Antonio de Melo e Lima, a cada encontro a discussão tem sido aprimorada. “Estamos debatendo os principais desafios e dificuldades da função judicante e, com isso, tendo acesso à realidade de cada comarca, para que possamos aperfeiçoar o trabalho do Judiciário”, destacou. Os juízes corregedores auxiliares Sandra de Arruda Beltrão Prado e José Anchieta Félix da Silva também participaram do evento.

Responsável pela Segunda Vara da Comarca de Surubim, o juiz Joaquim Francisco Barbosa elogiou a iniciativa. “Eu achei excelente porque, pela primeira vez, eu vi no Tribunal – eu entrei na magistratura em 1994 – uma Mesa Diretora com representantes de tantos órgãos. A gente ficou num ambiente que se chama à responsabilidade, mas também aponta soluções, solicita sugestões a respeito do funcionamento das unidades judiciárias e se preocupa em trazer o máximo de magistrados para inserir o contexto de onde ele está trabalhando. Além disso, o mais importante: a gente sai daqui animado por perceber a preocupação do Tribunal não só na prestação do serviço ao jurisdicionado, que a gente sabe que é a finalidade, mas também a preocupação com o bem-estar do magistrado no sentido de alimentar ele com informações suficientes para que ele possa desenvolver as atividades. Eu achei proveitoso”, declarou o juiz.

Em palestra sobre boas práticas nas unidades judiciárias, o desembargador Leopoldo Raposo recordou o tempo de juiz no primeiro grau, abordou rotinas de trabalho voltadas a facilitar a rotina jurídico-administrativa das unidades e destacou o papel de magistrados e servidores na prestação de serviço. “Ou a Justiça assume uma posição proativa, ou o Judiciário cai no ostracismo diante da sociedade. Nós nos conceituamos pelo trabalho que desempenhamos, nós estamos sempre em busca de evolução como uma maneira de ofertar a melhor jurisprudência para quem nos procura”, enfatizou o presidente do TJPE.

A atividade foi prestigiada pelo desembargador Eudes França; pelo presidente da Amepe, juiz Emanuel Bonfim; pelo assessor da Presidência do TJPE, juiz Alberto Freitas; e pelo diretor do Foro de Gravatá, juiz Severiano de Lemos Antunes Júnior.

Também estiveram presentes para esclarecimentos de dúvidas dos participantes, representantes de diversos setores do TJPE. Foram eles: Presidência, Diretoria Geral, Diretoria de Engenharia e Arquitetura, Diretoria de Infraestrutura, Secretaria Judiciária, Secretaria de Gestão de Pessoas, Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação, Assistência Policial Militar e Civil, Assessoria de Cerimonial e Assessoria de Comunicação Social. A atividade volta a ser realizada no segundo semestre.

 

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Texto com informações da Ascom TJPE

Fotos: Assis Lima | Ascom TJPE