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Gestão de risco é tema de curso para servidores de diversas unidades do Tribunal

Servidores e professor do curso

Servidores de várias unidades do TJPE participam de curso

Com o objetivo de aplicar os princípios, as diretrizes e as técnicas de gerenciamento de riscos às atividades desenvolvidas e aumentar a eficiência da instituição, a Escola Judicial de Pernambuco (Esmape) realizou, entre os dias 19 e 22 de fevereiro, o curso Gestão de riscos e auditoria baseada na avaliação de riscos no setor público para servidores de diversas áreas do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

A capacitação, solicitada pela Controladoria do tribunal, foi ministrada pelo auditor federal de controle externo do Tribunal de Contas da União, Horácio Vieira, e atende à demanda do Conselho Nacional de Justiça que, através da Resolução nº 171/2013, dispôs sobre as normas técnicas de auditoria, inspeção administrativa e fiscalização nas unidades jurisdicionais.

“A gestão de risco busca, pró-ativamente, identificar os eventos que podem impedir o atingimento dos resultados. Ao lidar pró-ativamente com a identificação e mitigação dos riscos, os gestores alavancam os resultados”, explicou Horácio Vieira, que destacou a iniciativa de unir servidores de diversas áreas no curso. “Não é um desafio simples, mas o desempenho da turma tem sido excelente. Muito rapidamente eles têm conseguido fazer atividades em que, de fato, já estão aplicando os modelos, os conteúdos às situações concretas do trabalho deles”, completou.

Participaram do curso, servidores da Diretoria Geral, das Secretarias Judiciária, de Administração, de Tecnologia da Informação e Comunicação, de Gestão de Pessoas, além da Coordenadoria de Planejamento e Gestão Estratégica, Controladoria, Consultoria Jurídica e Esmape.

Para a assessora técnica da Diretoria Geral, Norma Lyra, além do conhecimento, o curso promoveu a integração entre os diversos setores. “Sem sombra de dúvidas a integração das áreas é um ponto muito importante. Você sabendo que tem essa atividade a ser feita, você também considera as outras áreas e, conhecendo a atuação de cada uma delas, fica mais fácil fazer essa construção coletiva”, afirmou a assessora.  
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Texto: Cláudia Franco
Foto: Gleber Nova