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Outubro Rosa: campanha lembra a importância da prevenção ao câncer de mama


 
Desde o início da década de 1990, durante todo o mês de outubro acontece a campanha internacional Outubro Rosa, que visa conscientizar as mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce de câncer de mama, responsável por causar mais mortes em mulheres do nosso país. Atenta a essa realidade, a Diretoria de Saúde do Tribunal de Justiça de Pernambuco (DS/SGP/TJPE) lembra que a prevenção é fundamental para combater a doença e por isso, as mulheres devem priorizar a informação e o autocuidado.
 
Alguns dos principais fatores de risco são: obesidade e sobrepeso após a menopausa; sedentarismo; consumo de bebida alcóolica; alguns históricos reprodutivos/hormonais, como ter menstruado antes dos 12 anos, não ter tido filhos, uso prolongado de pílula anticoncepcional e de reposição hormonal; histórico familiar/ genético de casos de câncer de mama ou ovário.
 
Já em relação aos sinais e sintomas deve-se ficar atenta ao surgimento de nódulo endurecido, fixo e geralmente indolor nas mamas (presente em mais de 90% dos casos); alterações no bico do mamilo ou saída espontânea de líquido da região; e nódulos nas axilas ou no pescoço. Além de realizar o autoexame com frequência, as mulheres precisam estar em dia com seus exames e realizar a mamografia após os 40 anos, pois descobrir a doença em fase inicial aumenta as chances de cura.

A servidora Fabiana Souto Maior venceu o câncer de mama e destaca a importância do diagnóstico precoce
 
“As mulheres precisam entender sobre a importância de realizarem anualmente seus exames preventivos. Vejo algumas dizendo “quem procura acha”. Mas o objetivo é exatamente esse: achar. Isso porque com os recursos médicos que existem hoje em dia é possível diagnosticar o câncer de mama precocemente, o que aumenta a chance de cura em mais de 90% dos casos”, comenta a servidora da Secretaria Judiciária (Seju), Fabiana Souto Maior, que se curou de um câncer de mama em 2016.
 
“No meu caso, o exame foi o que me deu a possibilidade de identificar um tumor no estágio inicial. Precisei realizar a mastectomia, mas não houve necessidade de quimioterapia nem de radioterapia, exatamente pelo fato de que o nódulo ainda era muito pequeno. Certamente, se eu não tivesse feito meus exames preventivos naquele ano, descobriria o câncer em um estágio mais complicado, e isso poderia custar a minha vida”, conclui a servidora.
 
 
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Texto: Priscilla Marques | Ascom TJPE 
Arte: Núcleo de Publicidade e Design | Ascom TJPE
Foto: Arquivo Pessoal

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