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Desembargador Silvio Neves Baptista Filho será o coordenador da Rede Nordeste de Núcleo de Cooperação com 28 tribunais

O desembargador Silvio Neves Baptista Filho do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) será o coordenador da Rede Nordeste de Núcleo de Cooperação criada nesta quinta-feira (04/08) por 28 tribunais. A ação inédita tem o objetivo de reduzir a burocracia no cumprimento de atos judiciais por meio da cooperação entre as instituições e os magistrados e as magistradas. O anúncio da criação da rede foi realizado durante o encerramento da Reunião dos Núcleos e Juízes de Cooperação, na sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em Brasília. 
 
Integram a Rede Nordeste de Núcleos de Cooperação os Tribunais de Justiça de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Na Justiça Eleitoral, são integrantes da Rede os Tribunais Regionais Eleitorais de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Rio Grande do Norte e Sergipe. No segmento da Justiça do Trabalho, integram a iniciativa os Tribunais Regionais do Trabalho da Bahia (5ª Região), Pernambuco (6ª Região), Ceará (7ª Região), Paraíba (13ª Região), Alagoas (19ª Região), Sergipe (20ª Região), Rio Grande do Norte (21ª Região) e Piauí (22ª Região). A Rede também será composta pelos Tribunais Regionais Federais da 1ª e da 5ª Regiões (TRF5). 
 
De acordo o desembargador do TJPE Silvio Neves Baptista Filho, a Rede terá a função de integrar os núcleos de cooperação existentes nos diversos tribunais para que os magistrados possam pensar, de forma estratégica, como inserir e expandir a cultura da cooperação em suas respectivas áreas de atuação. “Está na hora de mudarmos essa ideia de que os juízes atuam em ilhas isoladas. O Judiciário é único, as demandas são semelhantes e precisamos trabalhar conjuntamente para melhorar. Temos a obrigação de sermos eficientes, mas precisamos, de fato, buscar a excelência na prestação jurisdicional e a cooperação é um passo para se atingir esse estágio. A proposta é desburocratizar os atos judiciais, aumentar a celeridade e incentivar a cultura de uma atuação cooperada na análise e julgamento dos processos”, afirmou Baptista Filho. 
 
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Texto: Redação | Ascom TJPE
Foto: CNJ